Me encontre no lago | Resenha ☆☆☆☆☆
- Mih Moraes

- 30 de mar. de 2025
- 3 min de leitura
Ah, que livro! Que abraço quente em forma de páginas! Me Encontre no Lago não é apenas uma história de amor, é uma jornada sobre recomeços, segundas chances e o peso das promessas que fazemos – para os outros e para nós mesmos.
Carley Fortune tem esse dom de escrever histórias que parecem confidências entre amigas. Aqui, ela nos apresenta Fern e Will, dois personagens que são puro coração e contradição. Eles se conhecem em um dia mágico e fazem um pacto: se reencontrar um ano depois. Mas a vida, essa danada imprevisível, tem outros planos, e o que era para ser um conto de fadas se torna um longo caminho de desencontros, saudades e arrependimentos.
A narrativa é envolvente, cheia de emoção, com aquela escrita fluida e sincera que te faz sentir cada suspiro, cada lágrima engolida, cada faísca entre os protagonistas. A ambientação no lago é um charme à parte – você quase sente a brisa fresca, o cheiro da água, a nostalgia de verões passados.
O que mais me tocou foi a forma como a autora aborda cura, luto, identidade e os desafios de crescer sem perder de vista o que realmente importa. Fern e Will são imperfeitos, reais, e é isso que torna o romance tão especial.
Se você gosta de histórias que fazem o coração suspirar e doer na mesma medida, esse livro é para você. Cinco estrelas e um espacinho eterno no meu coração.
Dicas da Mih
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A história segue Belly, uma jovem que passa os verões em uma casa de praia com a família de seus amigos. Lá, ela vive a complexidade das relações familiares e amorosas, especialmente entre ela e os dois irmãos, Conrad e Jeremiah. A narrativa foca na transição da adolescência para a vida adulta, e no reencontro com velhos sentimentos, assim como Me Encontre no Lago, mas com um toque mais juvenil e cheio de nostalgia.
Mary Lennox é uma menina que perde seus pais e vai morar com um tio distante em uma mansão isolada. Lá, ela descobre um jardim secreto e, aos poucos, começa a transformar não só o espaço, mas também sua própria vida e as pessoas ao seu redor. Com uma atmosfera rica em elementos naturais e transformadores, esse livro oferece uma bela metáfora para o processo de cura emocional e do poder de se reconectar com o que é essencial.
Jojo Moyes é uma autora que não tem medo de explorar as complexidades das relações humanas, e A Última Carta de Amor é um excelente exemplo disso. O livro alterna entre o presente e o passado, onde a história de Jennifer e Ellis, dois amantes que viveram um romance proibido durante os anos 60, se entrelaça com a vida de Ellie, uma jornalista moderna que tenta desvendar esse mistério de amor.
Lennie, a protagonista, está lidando com o luto após a morte de sua irmã e começa a se reencontrar com seus sentimentos por dois meninos: Joe, o novo garoto da cidade, e Toby, o ex-namorado de sua irmã. A história aborda a busca pelo perdão, a complexidade do amor e a transformação pessoal. Além disso, o livro é riquíssimo em poesia e emoção, capturando a dor e a beleza do processo de cura.










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